quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Saúde de Pais para Filhos - Campanha Zero Açúcar deve ser constante.


OBESIDADE INFANTIL

Pais acima do peso e alimentos gordurosos são as principais causas


Mais do que um problema estético, a obesidade infantil pode ser decisiva na forma como a criança irá se desenvolver e até no aparecimento de doenças no futuro. Apesar de parecer que as crianças que sofrem com o problema se alimentam muito bem, na verdade ocorre um processo de má nutrição.

De acordo com artigo da médica Giovana Pegoto, esse é um dos mais graves problemas de saúde do mundo. A especialista alerta para o desenvolvimento de diversas doenças entre adolescentes e crianças, relacionadas à obesidade infantil, como o diabetes tipo 2, a hipertensão e futuros problemas cardiovasculares.

A médica alerta ainda sobre um dos maiores riscos para que uma criança apresente quadro de obesidade: ter pais obesos. Quando isso ocorre, a chance de a criança ser obesa é de 80%. Quando nenhum dos pais é obeso, a taxa cai para 7%.

O aumento do número de casos de crianças com problema de obesidade também está ligado ao aumento da oferta de alimentos gordurosos, no supermercado. Portanto, o cuidado deve começar na hora de preparar a lancheira do seu filho.

Você pode incluir frutas, iogurtes, sanduíches naturais e até hortaliças como a cenoura, que pode ser cortada em tiras, ou na sua versão baby. Evite alimentos gordurosos como salgadinhos e pizzas, ou ainda os doces, como refrigerantes, chocolates e confeitos.

DICAS:
-  Acostume seus filhos a comer bem. Essa é a única garantia de um futuro saudável.
- As crianças comem o que os pais dão, por isso, as acostume com alimentos saudáveis.
- Os refrigerantes não fazem bem à saúde e contém muito açúcar.
- Não use muito óleo de cozinha para fritar os alimentos. Quando usar, prefira o de canola.
- Adicione legumes e verduras no cardápio das crianças.

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Especial para o site Terra (http://www.alimentacao.terra.com.br/)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Obesidade em questão...Desafio da população Norte-Americana!!!

Lucas Jackson/ReutersEUA mudam indicação de cirurgia bariátrica

Índice de Massa Corpórea para a banda gástrica ajustável baixou de 35 para 30

Andrew Pollack, The New York Times - O Estado de S.Paulo(www.estadao.com.br)
  
Alívio. Pelo menos 26 milhões de americanos poderão se submeter à cirurgia bariátrica com a redução do IMC mínimo exigido

As pessoas não precisam mais ser tão obesas como era exigido até agora para se habilitarem a uma cirurgia destinada à perda de peso - ao menos nos Estados Unidos.
Lucas Jackson/Reuters
  
A FDA (agência de vigilância sanitária americana) aprovou o uso do Lap-Band (banda gástrica ajustável), da Allergan, no tratamento de pacientes com obesidade de grau leve. A agência baixou a exigência mínima de índice de massa corpórea (IMC) de 35 para 30, desde que o paciente tenha problemas associados, como hipertensão ou diabete.

O Lap-Band é um anel de silicone inflável colocado na parte superior do estômago. Ele limita a quantidade de alimentos que a pessoa pode ingerir, fazendo com que ela se sinta satisfeita mais rapidamente.

Segundo a empresa, mais de 26 milhões de americanos poderão se submeter à cirurgia - quase o dobro dos 15 milhões que, com base nos critérios anteriores de indicação, tinham direito à operação. Obesos sem problemas associados não poderão se submeter à cirurgia.

"Com o objetivo de levar a terapia para os pacientes que mais se beneficiarão com ela, a indicação aprovada fica limitada àquelas pessoas com mais riscos de complicações ligadas à obesidade", disse Karen Riley, porta-voz da FDA.

Até agora, o Lap-Band era autorizado para pessoas com IMC de no mínimo 40, caso não tivessem problemas de saúde por causa da obesidade, e de pelo menos 35 se sofressem alguma doença.

Com base nas regras anteriores, uma pessoa com 1,70 metro de altura teria de pesar 97,9 quilos para ter direito à cirurgia. Agora, basta ter 84,3 quilos para poder fazer a cirurgia.
Em dezembro do ano passado, uma comissão consultiva da FDA aprovou por oito votos a dois o pedido da Allergan, concluindo que os benefícios do uso do dispositivo nesse grupo de pacientes menos obesos excediam os riscos do procedimento.

Eficácia restrita. No Brasil, a banda gástrica é usada desde a década de 90 em pacientes com IMC acima de 35. Já foi considerada padrão ouro de tratamento, mas é pouco utilizada porque o índice de pacientes que voltam a engordar é alto (ao menos 20%). Hoje ela representa menos de 5% dos tratamentos cirúrgicos.

"A banda gástrica é um dos métodos cirúrgicos mais consagrados, mas é escolhido pela minoria dos pacientes. Ela exige um acompanhamento mais próximo do médico do que as outras técnicas e é mais fácil de burlar. Sem uma boa orientação, a recidiva é muito maior", diz Arthur Garrido Júnior, coordenador do grupo de cirurgia bariátrica do Hospital Oswaldo Cruz.

Para ele, o fato de os EUA terem reduzido o IMC para a indicação cirúrgica é uma boa notícia. "Há um esforço mundial para baixar o índice. Há muitos pacientes com IMC 30, 32, que possuem doenças associadas e não podem ser operados. E é a doença que justifica a operação", diz.

O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, Ricardo Cohen, concorda e diz que a decisão da FDA é um primeiro passo para que isso seja estendido para as outras técnicas. Cohen diz que a banda gástrica não é eficaz em obesos mórbidos, mas pode ser uma boa alternativa para pessoas com obesidade leve, com IMC menor.

Segundo Cohen, de 10 milhões a 12 milhões de brasileiros poderiam se beneficiar da técnica, caso a indicação do IMC também fosse reduzida aqui. "O que a FDA fez é um avanço. Não podemos considerar o IMC como único critério para operar alguém. Ele tem de ser mais um."

Escassez de drogas. Para especialistas, a nova indicação do Lap-Band nos EUA, combinada com a escassez de drogas para perda de peso, deve levar um número maior de pessoas moderadamente obesas a pensar numa cirurgia. Nos últimos meses, a FDA recusou a aprovação de novas pílulas para emagrecimento.

Aqui no Brasil, o cerco contra os emagrecedores também está fechando. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) convocou uma audiência pública para discutir a proibição desses medicamentos no País. Alega que os benefícios da perda de peso não superam os riscos. / COLABOROU FERNANDA BASSETTE

AS TÉCNICAS
Banda gástrica ajustável : Método menos radical. Uma prótese de silicone inflável e ajustável é colocada por laparoscopia na porção superior do estômago, deixando-o com a forma de uma ampulheta. A pessoa come menos e a perda de peso é de cerca de 20%

Derivação gástrica em Y de Roux: Método mais usado. A maior parte do estômago é isolada do processo digestivo e grampeada, por laparoscopia. O estômago é reduzido a um volume de 30 ml e conectado ao jejuno (a porção média do intestino), sem passar pelo duodeno. Em média, o paciente perde de 30% a 40% do peso.

Gastrectomia vertical: Método irreversível. Por laparoscopia, o cirurgião extrai 80% do estômago, que passa a armazenar entre 150 ml e 250 ml. O que sobrou é grampeado em forma do tubo que vai do esôfago até o duodeno. A pessoa come menos, mas absorve nutrientes normalmente. A perda de peso é de 35% a 40 %.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

NA CAMPANHA ZERO AÇÚCAR - CONTROLE O DIABETES

 
FIQUE DE OLHO: Remédios Gratuitos para Diabéticos e Hipertensos

Boa tarde pessoal,

Hoje estamos ajudando a divulgar a lista de medicamentos que diabéticos e hipertensos podem adquirir gratuitamente nas Farmácias Populares.

Em anos passados, os diabéticos tinham que pagar 10% do valor do medicamento e, o governo federal era responsável por 90%.
A partir de hoje, os medicamentos para diversos problemas de saúde serão 100% gratuitos.

Esta medida foi anunciada hoje (03/02/2011) e as farmácias privadas, que mantém convênio com o Programa Aqui Tem Farmácia Popular, terão até o dia 14/02 para se adaptarem às novas medidas. 

Serão mais de 900 mil diabéticos e hipertensos beneficiados com esta decisão.

Os medicamentos que fazem parte da relação estão no site: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/rol_med_fp2_cod_031210.pdf 

Ajudem a divulgar esta notícia.